Afapan promove ação de coleta de papel e papelão no Dia Mundial do Meio Ambiente

Na próxima quarta-feira, dia 05 de junho, órgãos e entidades de todo o mundo promovem atividades alusivas ao Dia Mundial do Meio Ambiente. As reflexões deste ano giram em torno da poluição do ar. O site Nações Unidas revela que, aproximadamente, sete milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano devido à poluição do ar. Segundo a ONU Meio Ambiente, 92% da população mundial não respira ar limpo.

Dentro das temáticas voltadas a saúde do planeta e do ser vivo, a Associação Farroupilhense de Proteção ao Meio Ambiente (Afapan) programou uma ação de conscientização para amanhã, quarta-feira. Ao longo do dia, das 9h às 17h, o grupo estará recebendo resíduos, como papel e papelão, na sala comercial em frente a parada de ônibus da praça da Matriz. Toda a coleta será destinada a Associação de Recicladores de Farroupilha (ARFA). Na ocasião, os integrantes da Afapan também estarão disponíveis para responder dúvidas da população.

O Dia Mundial do Meio Ambiente é um evento liderado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente que acontece todos os anos, no dia 5 de junho. Desde que foi criado, em 1972, se tornou a maior celebração em torno da temática meio ambiente.

 

Recolhimento de lixo em Farroupilha

Uma das questões que gera dúvida para a população é se o lixo que é recolhido pela Ecofar é reciclado. Na manhã desta terça-feira a rádio Miriam Caravaggio recebeu a presidente da Afapan, Angela Silvestrin, e o fundador e membro da entidade, Pedro Lovato, que esclareceu essa questão.

Eles explicam que a Ecofar faz, em diferentes dias, o recolhimento dos resíduos que são e os que não são recicláveis. Quando é feito o recolhimento dos recicláveis, esses são destinados aos recicladores, que fazer a separação e o encaminhamento correto dos materiais para que eles sejam reaproveitados. No dia em que o caminhão de coleta dos matérias não recicláveis passa, esse resíduo vai direto para o aterro sanitário.

Lovato destaca que o ideal é separar o lixo em três categorias: os recicláveis, como plástico, papel, matais, vidros, entre outros; os orgânicos, como as cascas de frutas e alimentos, deveriam voltar para a natureza, pois servirão de adubo; e os que são se enquadram em nenhuma das anteriores, como as fraldas, que aí sim seriam depositadas ao aterro. Dessa forma, o aterro teria um aumento da sua vida útil e o espaço seria bem melhor utilizado.

 

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