Secretário do Desenvolvimento Econômico e Turismo fala em diminuir burocracia e facilitar vida dos empreendedores

O secretário estadual do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ruy Irigaray, foi o palestrante no almoçando da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Farroupilha, nesta quinta-feira, 26. Ele falou sobre o Desenvolvimento do Rio Grande do Sul, com suas novas políticas, planejamento, ações, medidas para diminuição da máquina pública e o crescimento de parcerias com a iniciativa privada, que no seu entendimento um novo estado começa com atitudes urgentes e práticas.

O secretário falou ainda aos empresários que a secretaria está à disposição para ajudar a empreender sem atrapalhar suas iniciativas. Durante a palestra ele disse várias vezes que não resolve apresentar projetos, mas tomar atitudes de desburocratização da máquina pública, “projetos eu faço com minha equipe técnica, eu vim aqui para falar de entregas”, afirmou.

O secretário também ressaltou que outros pontos turísticos precisam ser explorados além dos já existentes no estado, como a Serra, Hortênsias e Missões, mas é função dos municípios incrementar e explorar seus potenciais, e, que ao Estado cabe vender as atrações já existentes. Ele falou ainda que desenvolvimento econômico e turístico, só acontece com infraestrutura, como estradas adequadas, aeroportos e portos e isso o governo estadual está implementados de forma cuidadosa, pois precisa recuperar o estado.

Em relação a Serra Gaúcha, ele respondeu aos empresários, que suas demandas estão na pauta do governo. Afirmou que a estrutura e negócios, como estradas, turismo e outros serviços, podem estar nas mãos da iniciativa privada, enquanto que o governo deve assumir Saúde, Educação e Segurança, mas precisa diminuir o peso da máquina pública urgente. Para ele, o privado pode buscar recursos junto aos bancos de fomentos, como Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (Brde) e Badesul, sendo os dois principais, que oferecem consultorias e um conjunto de alternativas financeiras de longo prazo para projetos do setor público, empresas privadas e agricultura, pois cumprem uma função econômico e social.

 

Foto: José Theodoro