Pedrozo avalia que divisão de pólo resultou em derrota nas urnas em Farroupilha

O candidato à prefeitura de Farroupilha Pedro Pedrozo pela coligação “Sim, Seguimos Juntos” (PSB, PDT, PT, PC do B e PODEMOS) disse que está provado que no município, cada vez que um pólo se divide, sofre derrota nas urnas. A coligação conseguiu 29,18% dos votos dos farroupilhenses. Somando os votos das outras duas coligações, Maria da Glória Menegotto e Sedineir Catafesta, o pólo a qual Pedrozo se refere chegaria a 50,24% dos votos válidos baseado no resultado da eleição do dia 15 de novembro.

Pedrozo disse que respeita o resultado e a vontade do povo e promete cumprir seu dever de prefeito até o fim do mandato, que termina no dia 31 de dezembro. Uma das obrigações conforme o prefeito é a conclusão de uma série de obras que estão em andamento e deixar os projetos prontos para a próxima administração. Ele informou que vai chamar o candidato vencedor, Fabiano Feltrin, para iniciar o processo de transição de governo, ao qual pretende deixar todas as secretarias organizadas, inclusive determinar em cada local, um servidor concursado de posse das senhas para repassar aos novos administradores. Nesse processo será apresentado também um relatório de todas as atividades, projetos, obras e licitações aos novos integrantes.

Para Pedrozo a transição tem que ser tranquila e transparente independente do resultado nas urnas. No entanto, adianta que o nível de exigência em Farroupilha ficou bem mais alto, e sita principalmente no setor de educação onde foi elevado o número de vagas e no setor de obras, em relação a  quantidade de ruas e estradas que foram asfaltadas. A administração que está deixando a prefeitura garante que foram centenas de obras realizadas em todas as áreas e adianta que vai deixar um saldo de quase R$ 40 milhões ao Hospital Beneficente São Carlos (HBSC).

Quanto ao futuro político, Pedrozo não deixa claro qual será sua caminhada, mas adianta que seu partido o PSB, vai discutir nomes para buscar uma vaga na Assembleia Legislativa ou Câmara Federal em 2022. Na vida profissional disse que ainda não decidiu o que vai fazer, mas garante definir com calma assim que programar um tempo de descanso no início de janeiro. Quanto a eleição, disse que não guarda mágoa e assegura que tudo o que falou na campanha está documentado e usará para se defender no caso de uma possível ação. Pedro alerta que também foi atacado no período eleitoral, mas prefere dar um ponto final nessas questões por entender que faz parte do processo eleitoral.

Áudio da entrevista com Pedro Pedrozo:

 

Foto: Gleici Trois