Rádio Miriam apresenta série de reportagens sobre a Crise Sanitária Covid-19 produzidas pelo jornalista Tales Armiliato

Um período de mortes e de muita tristeza para milhares de famílias espalhadas pelo mundo que perderam seus entes queridos. A Covid-19 deixou traços de um período, que para milhões de pessoas, precisará ser esquecido. O mundo sem saber o que fazer, apenas na maioria dos casos, procurou despedir-se de tantos de forma breve e rápida, pois a pandemia, uma verdadeira “Crise Sanitária” não deu tempo para a vida.

Intitulada “Covid-19: Perspectivas e transformações para o setor de saúde”, a série de reportagens de cinco capítulos, apresentou durante uma semana no programa Jornal da Manhã, da Rádio Miriam Caravaggio, o panorama e a análise de uma crise sanitária também em solo gaúcho e brasileiro. As matérias foram produzidas pelo repórter e jornalista Tales Armiliato e veiculadas durante os dias 04, 05, 06, 07 e 08 de julho, sempre às 8h da manhã.

Partindo da cidade de Caxias do Sul, na Região da Serra Gaúcha, Armiliato buscou informações e depoimentos de entrevistados que estiveram inseridos no trabalho contra a doença, ouvindo médicos, secretários municipais e estaduais de saúde e representantes de importantes entidades, como a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS). O jornalista também ouviu pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, entre outros.

De acordo com Tales Armiliato, a pandemia teve seu pico de mortes nos anos de 2020 e 2021. Mas segundo ele, a doença ainda segue, infelizmente, causando mortes em uma escala bem menor.

“Mas qual é o nosso olhar a partir de agora, a perspectiva e a tendência enquanto cuidados de prevenção contra pandemias futuras? Estaremos preparados para enfrentar outra crise sanitária? Os governos irão investir mais em saúde? Todos os atendimentos represados nos hospitais em função da pandemia, como ficam? Investimentos em pesquisas e produção de vacinas? A formação de excelência médica e de profissionais da saúde para pandemias? Essa série de reportagens alerta para a busca de respostas urgentes. Do contrário seremos novamente pegos de surpresa e vamos contar os milhares de mortos”, conclui Armiliato.

Conforme Armiliato, durante o levantamento de dados e informações dos entrevistados, ficou evidente que que é necessário também a redução de custos e mesmo de modelos clínicos diante de como e onde o tratamento é fornecido na área da saúde, com um destaque especial para a telemedicina; uma redução da presença local do especialista médico ou profissional de saúde sendo coordenado por meio da tecnologia e por fim, novos métodos de educação, higiene e trabalho quanto cuidados da saúde pela população.

 

ACOMPANHE A SÉRIE DE REPORTAGENS

“COVID-19: PERSPECTIVAS E TRANSFORMAÇÕES PARA O SETOR DE SAÚDE”

 

1ª PARTE (Veiculação: 04/07/2022)

 

2ª PARTE (Veiculação: 05/07/2022)

 

3ª PARTE (Veiculação: 06/07/2022)

 

4ª PARTE (Veiculação: 07/07/2022)

 

5ª PARTE (Veiculação: 08/07/2022)

 

Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil